quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Workshop “Envelhecimento Activo”

No âmbito do Projecto “Pela inclusão Social na Grande Lisboa: Sensibilização, Mobilização e Debate“, o Núcleo Distrital de Lisboa da REAPN vai realizar um Workshop sobre “Envelhecimento Activo“  no dia 29 de Novembro, no Edifício da AERLIS em Oeiras (Rua S. Salvador da Baía).

Programa


A entrada é livre, é apenas necessário enviar a ficha de inscrição preenchida para: aecpes.gli@reapn.org
Fonte: http://aralumiar.files.wordpress.com/2010/11/programa-envelhecimento-activo_29-nov-2010_oeiras.pdf

09h.00m. Recepção dos (as) participantes
09h.30m. Sessão de Abertura
                 Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras*
                 Paulo Teixeira, Coordenador do Núcleo Distrital de Lisboa/REAPN*
10h.00m. Apresentação do Projecto “Pela Inclusão Social na Grande Lisboa: Sensibilização, Mobilização e Debate”
                Catarina Cruz, REAPN
10h.10m. Painel Envelhecimento Activo – Propostas
                Paula Cruz, REAPN
                Psicologia Positiva: Helena Águeda Marujo, Professora Universitária*
                Moderadora: Maria José Domingos, REAPN
10h.50m. Debate
11h.10m. Coffee-Break
11h.30m. Apresentação de Boas Práticas no Concelho de Oeiras
                Projecto “Queijas a Viver“
                Ana Barata, Junta de Freguesia de Queijas
                Universidade Nova Atena - Projecto de Vida Activa
                Fernando Botas, Universidade Nova Atena
                Moderadora: Isabel Martins, Câmara Municipal de Oeiras
12h.10m. Debate
12h.30m. Almoço Livre
14h.00m. Apontamento Cultural Coros do Centro Social Paroquial S. Miguel de Queijas e Oeiras S. Julião - Centro de
Solidariedade Social
14h.20m. Trabalho em grupo
                - Identificação de novas respostas sociais
                - Identificação de estratégias para melhorar a segurança das pessoas idosas
                - Identificação de estratégias para a dinamização de grupos de voluntariado
                - Identificação de metodologias participativas
                - Identificação de estratégias para a dinamização de acções de formação para cuidadores informais
15h.35m. Coffee-Break
16h.00m. Apresentação das conclusões dos grupos de trabalho
16h.45m. Debate
17h.00m. Sessão de encerramento
                Elisabete Oliveira, Vereadora do Pelouro de Acção Social da Câmara Municipal de Oeiras

1ª Jornadas de Intervenção Directa – Da Rua à (Re)Inserção

Comunidade Vida e Paz – Espaço Aberto ao Diálogo e Equipa de Intervenção Directa, realiza dia 26 de Novembro de 2010, no Auditório Alto dos Moinhos do Metropolitano de Lisboa, as 1ªs Jornadas de Intervenção Directa – Da Rua à (Re)Inserção.

O programa integra 4 painéis subordinados aos seguintes temas:
I – Intervenção na Rua – Técnica / Motivação / Voluntariado
II – Planificação e Articulação Institucional
III – (Re)Inserção – Exemplos e Práticas
IV – Conferência

Pretende-se reflectir sobre as pessoas sem-abrigo no âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social.
Para além de se proporcionar a divulgação e a produção de conhecimentos, nomeadamente junto dos profissionais de saúde, técnicos de intervenção social, voluntariado e estudantes, pretende-se reflectir sobre percursos e caminhos que levam as pessoas sem-abrigo à rua e da rua à (re)inserção.

Fonte/Para mais informações ou para proceder à inscrição consulte: http://aralumiar.files.wordpress.com/2010/11/jornadas-cvpaz-programa-provisorio-9nov10.pdf

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Projecto Salto

Identificação do Projecto
O Projecto Salto pretende promover o desenvolvimento de competências para a autonomia em crianças e jovens acolhidos em instituição. Assume-se metaforicamente como uma corrida de cem metros barreiras, onde, num contexto não institucional e de forma positiva e desafiadora os/as jovens vão descobrir e treinar competências essenciais para a sua adaptação e inclusão social.

Destinatários
Crianças e jovens acolhidos em instituição.

Objectivos
 - Facilitar o desenvolvimento de competências (pessoais e sociais) essenciais ao processo de autonomia
- Promover a experiência positiva de estilos de vida e comportamentos saudáveis. Dinamizar um espaço lúdico-pedagógico, desafiador e apreciativo em contexto não institucional.

Metodologias
- Formato de colónia de férias residencial em contexto não institucional.
- Metodologias de educação não formal. Actividades lúdico-pedagógicas experienciais e reflexivas que seguem a metodologia de aprendizagem de Brander.
- Metodologias relacionais tendo em vista o estabelecimento de uma relação informal positiva e apreciativa com os jovens.

Contexto
Este projecto nasce da vontade conjunta por parte de Educadores da Casa de Acolhimento de Emergência da Alameda e de Técnicos da Associação PAR, em agir de modo a promover o desenvolvimento de competências entendidas como fundamentais para a adaptação e inclusão social futura de crianças e jovens institucionalizados.

De forma a colmatar esta necessidade, foi elaborado em 2007, em parceria com o Instituto de Segurança Social, I.P, um projecto-piloto tendo em vista o desenvolvimento de um programa de treino de competências para a autonomia ajustado às especificidades desta população.

Tendo por base a avaliação e desenvolvimento desse projecto-piloto foi criado o Projecto Salto. Para o efeito, além da revisão e avaliação metodológica realizada, foi criada uma bolsa de monitores capacitados para esta intervenção. A versão final deste projecto tem sido aplicada, com sucesso, ao longo do ano de 2008, junto de crianças e jovens provenientes de diversas casas de acolhimento.

Mais valia do projecto
O Projecto Salto assume-se como um projecto inovador, criado e desenvolvido de forma a adequar-se às especificidades e necessidades das crianças e jovens acolhidos em instituição.

Baseando-se em metodologias aferidas e dispondo de uma bolsa de técnicos capacitados para o trabalho com esta população, disponibiliza uma experiência pedagógica positiva e apreciativa em contexto não institucional, onde, o desfrutar de estilos de vida saudáveis e o ultrapassar de desafios surgem como estratégias naturais de aprendizagem e desenvolvimento pessoal.

A quem recorrer para saber mais sobre o projecto:
Andreia Baptista
Departamento de Intervenção Social e Comunitária 
E-Mail:

Formação de Monitores de Colónias de Férias [In] Risco

E Tu? Queres ser Monitor(a) [In] Risco? 

Para ti, que és monitor/a de Colónias de Férias (ou que tens experiência equivalente), a Associação PAR - Respostas Sociais, vem lançar-te o desafio e a oportunidade de poderes trabalhar com crianças e jovens acolhidos em Instituição.

Encontrarás nesta formação, um espaço de conforto e saber, onde será enquadrado o tema no contexto da realidade portuguesa com o objectivo de fornecer aos/às monitores/as conhecimentos específicos, técnicos, pedagógicos e relacionais, de forma a proporcionarem actividades lúdico-pedagógicas em contexto de colónias de férias adaptadas ao público em questão.
 
Ao longo desta formação terás conhecimento sobre: 

  • O Processo de Institucionalização;
  • O Perfil da Criança/Jovem acolhido em Instituição;
  • O Papel e Função do Monitor/a e Estagiário/a da Colónia de Férias [In] Risco;
  • Como Planificar, Monitorizar e Avaliar uma Colónia de Férias [In] Risco.

E aprenderás:
  • Técnicas e estratégias de intervenção eficazes.
De forma a:
  • Promover competências para a autonomia, de forma lúdica e divertida, num contexto descontraído e não urbano.

Formação In Risco - 5ª Edição
 
Local: Espaço Ágora: Rua Cintura do Porto de Lisboa, Armazém 1, Naves 3,4 e 5 | 1200-109 Lisboa
Horário: 29 e 30 de Novembro e 2,6,7e 9 de Dezembro, das 18h30 às 22h30.
Valor de Inscrição: 75€ (desconto de 10% para sócios da PAR) - Inclui formação e estágio.
Data limite de inscrição: 12 de Novembro (inscrições limitadas a 20 formandos)
 

Procuras Apoios Nacionais e Europeus para a Tua Organização?

Procuras Apoios Nacionais e Europeus para a Tua Organização? 

De certeza que já te aconteceu alguma vez teres um excelente projecto mas não conseguires obter os apoios económicos que o façam da teoria à prática.

Se és ou pensas vir a ser Dirigente Associativo, Linhas de Financiamento é a formação que te pode ajudar a tornar mais sustentável a gestão e o progresso da tua Organização.

Garante já a tua presença, as vagas são limitadas e o período de inscrição encerra a dia 27 de Novembro.

Porque existem muitas formas de obter recursos financeiros mas por porque nem todos se adaptam ao teu projecto,

  Inscreve-te!

 
Ao longo desta Formação conseguirás:

  • Fazer um diagnóstico das necessidades de uma Organização.
  • Visualizar de clara e objetiva todas as partes interessadas à tua volta ao elaborar um Mapeamento de Stakeholders
  • Procurar e analisar Linhas de Financiamento disponíveis

Terás oportunidade de conhecer de forma profunda: 

  • As instituições locais, nacionais e estrangeiras;
  • Práticas e conceitos de planeamento;
  • Linhas de Financiamento nacionais e e europeias;
  • A legislação, os regulamentos específicos e os orçamentos das Linhas de Financiamento

Metodologias:
  • Exposição teórica
  • Exercícios práticos
  • Dinâmicas e trabalho de grupo
Destinatários:
  • Jovens que sejam ou queiram vir a ser Dirigentes Associativos.
Informações:

Local: Associação PAR - Respostas Sociais, Rua da Estrela, nº21, 3ºandar  1200-668 Lisboa.

Horário: De 16,17,18 e 23 e 24 de Novembro, das 18h30 às 22h30.

Valor de Inscrição
15 euros para sócios RNAJ (Registo Nacional de Associativismo Jovem) e 30 euros para não sócios. As inscrições terminam a dia 14 de Novembro e as vagas são limitadas.


Para te inscreveres preenche a ficha de inscrição, anexa uma cópia do comprovativo de pagamento bancário (para que seja confirmada a tua entrada na formação) e envia para comunicao@par.org.pt Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar  .
Caso tenhas alguma dúvida ou queiras receber mais informações, envia-nos um e-mail, ou contacta-nos pelo telf. 21 093 53 49 ou pelo telm. 96 032 93 32.

Seminário Final dMpM2 _ Conta-me como foi!

Após longos meses de trabalho intensivo, a segunda edição do projecto “de Mulher para Mulher”, promovido pela REDE Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, está na sua recta final.
Deste modo, para encerrar este ciclo de desenvolvimento de competências, de construção de redes informais/formais, de partilha intra e inter-geracional, e de implementação de projectos de intervenção para a mudança, iremos realizar o Seminário Final do dMpM2, no próximo dia 27 de Novembro (sábado), entre as 09h30 e as 18h30, na Casa de Serralves, no Porto.
Este Seminário pretende promover a reflexão em torno da participação das mulheres na tomada de decisão, do desenvolvimento de competências das jovens mulheres, da interculturalidade, do envolvimento de rapazes e homens nas questões da igualdade, e da importância de desenvolver acções positivas e de projectos de intervenção para a mudança.
Este Seminário irá marcar igualmente uma data importante para a REDE: a celebração de 10 anos de existência e activismo!

 Participe!

Para mais informações sobre o programa e inscrições: http://demulherparamulher.redejovensigualdade.org.pt/

Atenta e preocupada com a crise do País no seu 23º aniversário

Exmo. Senhor
Director / Chefe de Redacção
Data: 2010-10-10

Exmos. Senhores.

Pelo presente solicitamos a V. Exa. a divulgação do texto abaixo indicado:

Atenta e preocupada com a crise do País no seu 23º aniversário Fundação
ADFP teve um bom  ano de 2010 e tem projectos para o futuro
No seu discurso de jantar do 23º aniversário da Fundação ADFP, em Miranda do Corvo, dia 6 de Novembro no Salão de Festas, perante mais de duas centenas de pessoas, o presidente do Conselho de Administração, Jaime Ramos, declarou que a instituição está atenta e preocupada com a crise económico-financeira do país, confirmou que o ano de 2010 foi bom e anunciou novos projectos para o futuro.
Jaime Ramos foi claro ao afirmar que “não podemos viver sem os apoios do Estado, já que 60% da receita é estatal” e que “estamos preocupados com a crise orçamental e económica do País, que nos pode trazer algumas dificuldades”. Após referir que muitos dos trabalhadores da Fundação “sentem que a nossa tabela salarial é baixa”, Jaime Ramos sublinhou, no entanto, a segurança e a estabilidade do emprego bem como o facto de os colaboradores saberem que o seu trabalho é útil aos outros. Depois, apelou ao “espírito de poupança dos trabalhadores em cada um dos serviços da instituição”, com o que se pode “conseguir manter os postos de trabalho apesar da crise” e deu a receita: “fazer bem com menos dinheiro”.
O presidente do Conselho de Administração da Fundação ADFP disse “acreditar que, mesmo com a crise, podemos continuar a desenvolver a instituição, para apoiar mais pessoas
e criar mais empregos”.
Ao sublinhar que “muita gente pode beneficiar das nossas actividades”, Jaime Ramos referiu a ajuda de pessoas da sociedade civil e de alguns empresários, que “representam um valor enorme”, citando o caso do empresário Carranca Redondo ( pai do Licor Beirão) já falecido que, há alguns anos, quando a ADFP “atravessava um período de dificuldades, “doou mais de dois mil e tal contos” em duas ocasiões.
No jantar encontravam-se presentes, Susana Redondo, que em 2009 ofereceu uma carrinha para o apoio domiciliário, e o empresário Isidoro Gomes da Silva, com a esposa e o filho António Gama, cuja empresa em breve procederá ao alcatroamento da área do Centro Social Comunitário, sempre alagada quando surgem os rigores de Invernos chuvosos.
Destaque também para a autarca mirandense, Fátima Ramos, que começou por salientar que a Fundação ADFP “é uma marca de bem fazer no concelho, região e país”, premiada nacional e internacionalmente, de cujo trabalho sente “um enorme orgulho”. Fátima Ramos agradeceu aos amigos da instituição, focou o “momento difícil” que o País atravessa, e reafirmou a esperança nos portugueses que, “quando se empenham, poupam e trabalham são óptimos  profissionais”.
O futuro da Fundação ADFP…e da Segurança Social
Foi de resto Fátima Ramos quem, dia 7, com Quirino São Miguel, vice-presidente da Fundação ADFP, no Senhor da Serra, descerrou a lápide comemorativa da conclusão das obras de remodelação da antiga escola local, agora transformada numa creche para 30 crianças, e cujos pavilhões serão no futuro um fórum sócio-ocupacional para doentes mentais. A creche situa-se ao lado da Residência Cristo Redentor, com capacidade para 60 pessoas, que se encontra em fase de acabamentos, integrando ambas o Centro Social do Senhor da Serra.
A construção de um hotel na Quinta da Paiva, junto ao Parque Biológico da Serra da Lousã, que no seu conjunto recebeu já 60 mil visitantes pagantes, e do Hospital dos vales do Ceira e Dueça, para além de um lar para doentes mentais no Centro Social Comunitário, são de resto alguns dos projectos que a Fundação ADFP já programou.
Numa das salas da nova creche, o Engº José Veludo, militante do PSD, antigo dirigente da UGT e ex-dirigente do sindicato da Função Pública, deu então a aula inaugural do novo ano lectivo da Universidade Sénior da instituição mirandense, sob o tema “Como financiar a Segurança Social”.
Após afirmar que o sistema da Segurança Social “não é sustentável e não tem nenhuma lógica”, José Veludo defendeu que ele “não tem nada a ver com muitas ou poucas pessoas” – em termos demográficos a população estagnou em 1997 – e salientou que “hoje, com o advento das novas tecnologias, informática e robotização, pode-se produzir muito mais riqueza com menos trabalhadores”.
Para José Veludo, o factor trabalho “vai ser cada vez menor na criação de riqueza” e deu o exemplo da Dinamarca, onde o IVA é de 25% para todos os produtos e os trabalhadores descontam 8%, o mesmo que as empresas, para a Segurança Social:”quem ganha com um IVA mais baixo são os mais ricos, e já que não se pode baixar a moeda, só temos mesmo o IVA, com o benefício de que os produtos importados ficariam mais caros, com a produção nacional a ganhar peso em relação ao estrangeiro”, afirmou.
Em tese, “aumentar o IVA garantiria a sustentabilidade da Segurança Social, caso se mude o financiamento para ligá-lo à produção de riqueza”, defendeu José Veludo, para quem, “se o mundo mudou, há que mudar o sistema fiscal, para que o dinheiro seja da sociedade e não apenas de alguns”.

Gratos pelo tratamento noticioso, apresentamos os melhores cumprimentos
O Presidente do Conselho de Administração
Jaime Ramos
Médico