terça-feira, 4 de outubro de 2011

Abertura de Candidaturas

TI 2.2, 2.3, 8.2.3 e 9.2.3 – Cursos EFA e Formações Modulares Certificadas – Abertura de candidaturas

03-10-2011

A Comissão Directiva informa que decorre entre os dias 3 de Outubro e 15 de Novembro de 2011 o período para apresentação de candidaturas ao POPH no âmbito das Tipologias de Intervenção 2.2, 2.3, 8.2.3 e 9.2.3, nos termos e condições definidos no respectivo Aviso de Abertura.
Consulte aqui o Aviso de Abertura
Informa-se igualmente que são aplicáveis no presente período de candidaturas as condições referidas na Nota Técnica n.º 2/UAII/POPH/2011 relativa às prioridades e orientações vinculativas a considerar na selecção das candidaturas apresentadas.
Consulte aqui a Nota Técnica
A selecção de Cursos EFA e Formações Modulares Certificadas tem como referência os Documentos produzidos pela Agência Nacional para a Qualificação, I.P., que estabelecem os Referentes das Necessidades Formativas, desagregados por Nível Básico e Nível Secundário e por áreas de educação-formação, associados às modalidades de Formações Modulares Certificadas e Cursos de Educação e Formação de Adultos (Cursos EFA) de dupla certificação, em cada NUT III de Portugal Continental.
Consulte os documentos anexos à Nota Técnica n.º 2/UAII/POPH/2011:
Informa-se ainda que os Regulamentos Específicos e Grelhas de Análise das respectivas Tipologias foram objecto de alteração.
Consulte os documentos regulamentares e as respectivas grelhas:

Banco do Livro Escolar - troca gratuita de livros escolares

Banco do Livro escolar – troca gratuita de livros escolares
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Reutilizar é ainda melhor que Reciclar!
O que é o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar pretende promover a reutilização dos livros escolares recebendo e entregando gratuitamente livros escolares usados.

Gratuitidade como Princípio de honra
Todo e qualquer produto ou serviço prestado por ou para o Banco do Livro escolar é gratuito.

Como funciona o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar recebe os livros escolares usados.
O Banco do Livro escolar disponibiliza gratuitamente os mesmos livros a quem precisa deles.

+++O Banco do Livro não tem propriedade nos livros que lhe são confiados+++
https://www.facebook.com/pages/Banco-do-Livro-Escolar-troca-gratuita-de-livros-escolares/225872964128247?sk=wall
O Banco do Livro escolar promove o transporte dos livros entre os vários pontos de entrega e recolha do País.
O transporte dos livros é feito por voluntários e não tem qualquer custo mas pode demorar alguns dias.
Se já ofereceu os livros escolares a outra pessoa já cumpriu o princípio de funcionamento do Banco do Livro pelo que pode levantar novos livros escolares sem entregar outros livros.

Onde entregar / levantar os Livros escolares?

Sede - Porto - Boavista
Avenida da Boavista, 3283
Edifício Oceanus, ao lado da CGD
tel 91 741 33 31
Horário
18h00 às 20h00 Seg a sexta
10h às 13h00 sábado


Lisboa - Lumiar
Century21 Alismédia
Rua Helena Vaz da Silva, nº 2 - Loja 3
1750-429 Lisboa
Contacto telefónico: 91 050 19 21
Horário: 2ª a 6ª feira das 11 h às 13 h e das 15 h às 18.30h.
email:
alismedia@sapo.pt

Coimbra
Cowork.Coimbra
Rua da casa branca, 97
3030-109 Coimbra
tel 239 724 600
Horário: 10h- 12h30 e 15h00- 17h30
2ª a 6ª feira


Mealhada
Academia de estudos Alexandra Costa
Estrada Nacional 1, ed Nac 1, Lj 123
3050 347 Mealhada
tel 966474737
Horário
10h00 às 19h00


Quer criar um banco do Livro escolar na sua cidade?
O Banco do Livro escolar pretende alargar a rede de pontos de recolha e entrega de livros escolares por todo o País.
Se deseja criar um Banco do Livro escolar na sua cidade por favor contacte:
Henrique Cunha
tel movel 912 447 177
htrigueiroscunha@gmail.com
bancodolivroescolar@gmail.com

Colóquio Internacional - Economia Solidária: Uma Semente de Futuro

3 e 4 de Novembro de 2011, Auditório da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra


PROGRAMA

Quinta-feira,  3 de Novembro
09h00 – Recepção
09h30 – Mesa de Abertura (Diretor da FEUC, Coordenador do ECOSOL/CES, Presidente do Centro de Estudos Cooperativos e de Economia Social da FEUC e Coordenador do Mestrado em Economia Social e Solidária do ISCTE)
10h00 –  Conferência de Jean-Louis Laville - Perspectivas de análise da economia solidária: novos rumos e desafios

11h15 – Pausa para café
11h30 – Sessão temática Ativismo, organização e movimento social
Comunicantes: Aline Mendonça, Kacerine Queiroz e José Manuel Mendes
Moderador: Rui Namorado
13h15 – Pausa para almoço

14h30 – Sessão temática Economia Solidária e Políticas Públicas
Comunicantes: Alexandre Oliveira, Tatiane Godoy, José Manuel Henriques
Moderador: Pedro Hespanha

15h45 – Pausa para café
16h00 – Sessão temática Economia Solidária e Mercado
Comunicantes: Luciane Lucas dos Santos, Karine Gomes Queiroz, Roberta Schwambach e José Fialho Feliciano
Moderador: José M. Castro Caldas
17h45 – Pausa para café
18h00 – Lançamento do livro Economia Solidária. Questões Teóricas e Epistemológicas

Sexta-feira, 4 de Novembro
9h30 – Painel Diálogos solidários: pontes entre a academia e os movimentos sociais
Participantes: Jean-Louis Laville, Teresa Cunha (AJPaz), José João Rodrigues (Artesão-Social), Beatriz Caitana (Incubadora Académica), João Leitão/Vanessa Sayers (Coisas do Vizinho)
Moderador: Sílvia Ferreira
12h30 – Síntese reflexiva, por Rogério Roque Amaro
13h00 – Encerramento


Fonte: http://www.ces.uc.pt/eventos/index.php?id=4373&id_lingua=1&pag=4374

Programa Aconchego

O Programa Aconchego, promovido em parceria com a FAP Social, é dirigido a:

- Seniores, com mais de 60 anos, residentes na cidade do Porto, vivam só ou com o cônjuge, e possuam condições na sua residência para o acolhimento de um estudante;

- Estudantes universitários, com idade entre os 18 e os 35 anos, não residentes no Porto e que queiram comprometer-se com o acompanhamento e melhoria da qualidade de vida do sénior.

Este programa, assente numa perspectiva intergeracional, de combate à solidão e isolamento dos seniores, consiste no alojamento de jovens universitários, em habitações de seniores residentes no Concelho do Porto, a título gratuito ou com uma comparticipação simbólica nas despesas de água e energia. O acompanhamento e avaliação do Programa são da responsabilidade da equipa técnica da Fundação Porto Social e da FAP Social.

O Programa Aconchego decorre de acordo com o calendário lectivo, durante a semana de segunda a sexta-feira, sendo o período de fim-de-semana facultativo.

Deste modo, procura-se cumprir o objectivo específico de contribuir para a solução simultânea do problema de solidão dos seniores e de alojamento de jovens universitários.

Contactos

Fundação Porto Social
tel: 22 589 92 60 -
aconchego@bonjoia.org
Federação Académica do Porto
tel: 22 607 63 70 -
fapsocial@fap.pt www.fap.pt

          Videos

             Video 1 (74.27 Mb)
              Video 2 (273.33 Mb)

 

 

Documentos

Flyer (909.35 Kb)

Formulário de Inscrição PDF (51.13 Kb)


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

2º Congresso Nacional da Inclusão

No dia 13 de Outubro realiza-se a segunda edição do Congresso Nacional da Inclusão. Organizado pela Associação IUNA - Implementar Uma Nova Atitude Social, em parceira com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e com o apoio da SAPO e da FCT - Fundação de Ciência e Tecnologia, este congresso terá lugar no Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

O tema orientador deste congresso será “Inclusão Digital = Cidadania Activa”, procurando promover as boas práticas de inclusão digital que favoreçam a cidadania activa dos cidadãos com necessidades especiais valorizando a sua educação e a sua entrada no mercado do trabalho, com base na adequação das novas tecnologias.
Programa
Contactos:
congressonacionalinclusao@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar | 918 182 024
Para mais informações:www.congressonacionalinclusao.com

Centro com uma semana já acompanha 12 vítimas de violência doméstica

Desde 2008 que as vítimas de violência doméstica em S. João da Madeira não tinham um centro de atendimento. A Cruz Vermelha presta esse serviço há uma semana e já acompanha 12 processos
Funciona há uma semana o Centro de Atendimento à Vítima de Violência Doméstica, na Cruz Vermelha de S. João da Madeira. O centro presta apoio social, psicológico e jurídico a mulheres ou homens encaminhados pelas autoridades competentes, nomeadamente a PSP, trabalhando em articulação com esta e com as delegações locais da Ordem dos Advogados, da Segurança Social e da Comissão de Protecção de Jovens e Crianças em Risco.
O serviço é assegurado pelo psicólogo José Carlos Cardoso, que, entre 2005 e 2008, exerceu as mesmas funções na esquadra local da PSP, no âmbito do projecto “Muda de Vida”. Com o fim do programa, as vítimas de violência doméstica residentes em S. João da Madeira passaram a deslocar-se ao concelho vizinho de Santa Maria da Feira, mais concretamente ao “Espaço Trevo”, gerido e suportado pela Câmara Municipal da Feira. No final de 2010, 40% das vítimas externas ao concelho da Feira que recorriam ao “Trevo” eram de S. João da Madeira.
Foi precisamente a ausência de uma resposta em S. João da Madeira, que levou a Cruz Vermelha a equacionar a criação do centro. “Sabemos que o concelho é muito afetado por este problema e os casos estavam a ser encaminhados para os concelhos à volta, o que dificulta, porque estas pessoas normalmente têm dificuldades económicas e têm de se deslocar. Depois, acabavam por não ter a assistência devida”, explica ao labor o vice-presidente da instituição, Ricardo Estanislau.
De acordo com a Direcção-Geral da Administração Interna, a comarca de S. João da Madeira apresentava, em 2009, uma das maiores taxas de incidência de violência doméstica no país, com mais de cinco queixas registadas por cada 1.000 habitantes. Estatísticas à parte, a percepção do psicólogo José Carlos Cardoso é de que o concelho tem muitos casos. “Quando me fui embora, em 2008, tinha muitos processos em mãos e muitos ficaram pendentes e sem apoio. Cheguei a ser contactado pela Segurança Social para prestar depoimento em tribunal nos casos mais delicados”, afirma. E a prova da dimensão do problema em S. João da Madeira, no entender do psicólogo e da direcção da Cruz Vermelha, é que, em apenas uma semana, o centro de atendimento já acompanha 12 vítimas.
José Carlos Cardoso afirma que o objectivo no acompanhamento à vítima de violência doméstica não é promover a separação do casal, mas dotá-la de ferramentas para que possa decidir por ela própria. “São, geralmente, pessoas fragilizadas, inseguras e desconfiadas que precisam de encontrar potencial e autonomização”, esclarece. Além do apoio psicólogo e social, o centro presta também, quando necessário, apoio jurídico gratuito, através de uma parceria com a delegação local da Ordem dos Advogados.
O centro está integrado numa rede gerida pela Comissão de Igualdade de Género, mas funciona em regime autónomo. “A Cruz Vermelha não pediu apoios financeiros a ninguém”, garante Ricardo Estanislau. “Não quisemos condicionar a existência do centro à vigência de um programa, por isso não nos candidatámos a nenhum programa financeiro”, acrescenta. Apenas a contratação do técnico foi feita ao abrigo de um programa de apoio.
Desde o início do ano que a instituição está a trabalhar na implementação desta gabinete, mas a formalização “foi bastante demorada e burocrática”, pelo que só há uma semana é que começou a funcionar em pleno.
A falta de um espaço de atendimento na cidade chegou a ser motivo de apelos tanto do PS como do Bloco de Esquerda nos dois órgãos municipais. Os socialistas pediam a criação de um gabinete e os bloquistas a elaboração de um plano municipal de igualdade de género.
Maioria das vítimas estão dependentes do agressor
José Carlos Cardoso conhece bem a problemática da violência doméstica em S. João da Madeira. Trabalhou com ela durante três anos, na esquadra da PSP, no âmbito do programa concelhio “Muda de Vida”. “É uma área muito sensível, complexa e de difícil intervenção”, afirma. A vítima é, normalmente, dependente financeira do agressor e tem filhos, o que dificulta a tomada de uma decisão. “Se não existir um suporte familiar e social adequado, é difícil para a vítima adquirir a autonomização que se pretende. Por isso, tudo tem de ser trabalhado”, explica o psicólogo.
“O objetivo é ajudar estas vítimas a encontrarem capacidades e potencialidades. Fomentar um espaço que promova a autonomização e o empowerment destas pessoas”, continua José Carlos Cardoso. O psicólogo desmistifica a ideia de que estes centros promovem a separação do casal. Embora a maioria dos casos acabe mesmo em separação, o objetivo dos técnicos é capacitar a vítima a decidir por si própria. Essa decisão “torna-se mais difícil quando há crianças, porque quem sai de casa é a vítima”, alerta o psicólogo.
De acordo com José Carlos Cardoso, a vítima de violência doméstica tem entre 30 e 60 anos, é casada e tem filhos. Enquadra-se num estatuto social médio/médio-baixo e não está inserida no mercado de trabalho, o que faz dela dependente do agressor. “São, essencialmente, pessoas fragilizadas, inseguras, desconfiadas que idealizaram uma relação que acabou por ser defraudada”, comenta o psicólogo.
A violência no namoro é residual em S. João da Madeira mas estará, juntamente com a violência infantil, no centro do programa para assinalar o Dia Internacional da Vítima de Violência Doméstica, que se assinala no dia 25 de novembro. A Cruz Vermelha está a preparar um conjunto de conferências e workshops com o objetivo de informar e sensibilizar o público escolar e a comunidade em geral para esta problemática.

Labor.pt, Semanário de 29/09/2011


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

GUIAS PARA INTERVENÇÃO JUNTO DE CRIANÇAS PARA PROFISSIONAIS DE DIVERSAS ÁREAS

Uma iniciativa da Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco

A CNPCJR disponibiliza 4 guias para os profissionais das áreas da Acção Social, da Educação, das Forças Policiais e da Saúde
Os guias debruçam-se sobre várias temáticas, nomeadamente:
Como proceder no âmbito do Sistema de Promoção e Protecção à Infância
Como garantir os direitos das crianças
Como prevenir as violações dos direitos das crianças
Qual o papel das entidade com competência em matéria de infância e juventude e outras entidades da comunidade
Estes guias são importantes apoios para quem trabalha nas Comissões de Protecção de Crianças e Jovens, mas também dirigem-se a todos os profissionais de todas as entidades da Comunidade que directa ou indirectamente trabalham com estas problemáticas (incluindo as respectivas chefias), especialmente:
  • + Professores
  • + Órgãos de Gestão das Escolas
  • + Equipas de Apoio às Escolas
  • + Outros elementos da comunidade educativa
  • + Escolas Superiores de Educação
  • + Outras Escolas de Formação de professores
  • + Universidades
  • + Pais e suas associações
  • + Elementos da GNR (incluindo quem tem funções de chefia, de instrução e operacionais)
  • + Elementos da Polícia Judiciária (incluindo quem tem funções de chefia, de instrução e operacionais)
  • + Elementos da PSP (incluindo quem tem funções de chefia, de instrução e operacionais)
  • + Elementos do SEF (incluindo quem tem funções de chefia, de instrução e operacionais)
  • + Elementos dos Hospitais e Centros de Saúde
  • + Elementos dos Núcleos de Apoio a Crianças em Risco
  • + Elementos dos Núcleos Hospitalares de Apoio a Crianças e Jovens em Risco
  • + Elementos dos ACES/Centros de Saúde
  • + Elementos com intervenção na área das toxicodependências
  • + Elementos dos Gabinetes municipais e de Juntas de Freguesia de Acção Social
  • + Elementos de entidade da Rede Social
  • + Operadores judiciais (magistrados, funcionários judiciais, advogados)
  • + Estudantes de diversas áreas (Educação de Infância, Educação para 1º ciclo, Psicologia, Sociologia, Educação Social, Medicina, Direito, Serviço Social, Enfermagem, etc.)
Para aceder aos Manuais clicar:
Guia da Saúde
Guia das Forças de Segurança
Guia da Educação
Guia da Acção Social

Fonte: http://www.cnpcjr.pt/