segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Fundação ADFP e Segurança Social – Rede Solidária de Cantinas Sociais

A Fundação ADFP - Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo assinou no passado dia 6 de Julho um protocolo com a segurança social que consiste na prestação de um serviço de refeições a pessoas carenciadas.
 O protocolo assinado no âmbito do Programa de Emergência Alimentar, insere-se na Rede Solidária de Cantinas Sociais e abrange até 65 refeições diárias que são disponibilizadas aos beneficiários para consumo no domicílio. A Fundação ADFP fornece uma refeição por dia gratuitamente ou mediante pagamento até um euro,  consoante a situação dos beneficiários.
Idosos com baixos rendimentos, famílias expostas ao flagelo do desemprego e com filhos a cargo, pessoas com deficiência e pessoas com dificuldades de ingresso no mercado de trabalho, situações recentes com desemprego múltiplo, com doença crónica e baixos rendimentos, são elegíveis para este programa. A exceção são as pessoas que pelos mais variados motivos já são apoiadas por qualquer outra via ao nível da alimentação.
As pessoas que considerem necessitar deste serviço devem dirigir-se por iniciativa própria à Fundação ADFP (Dra. Adélia Sá Marta e Dra. Natália Leandro) ou podem ser encaminhadas através dos diversos serviços  de apoio social do concelho.

Fonte: O Presidente do Conselho de Administração - Jaime Ramos - Médico

Nota: A Cantina Social da ADFP dá resposta ao tecido populacional do Concelho de Miranda do Corvo

Workshop: Burnout


Burnout em profissionais que apoiam vítimas de crime

O Burnout em profissionais que apoiam vítimas de crime é um problema silencioso, em muitos casos vivido na perspetiva individual. Este workshop tem como finalidade partilhar experiências de profissionais que apoiam as vítimas, em diferentes funções, a que sinais devem de estar atentos em si próprios, que apoios existem normalmente nas instituições onde trabalham e como podem se ajudar a si próprios.
  
Data
29 de Setembro de 2012

Local
Centro de Formação APAV | Sede
Destinatários
Médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, polícias, bombeiros, finalistas de psicologia, cursos de saúde ou em serviço social, jornalistas, magistrados e oficiais de justiça, técnicos de apoio à vítima.

Objetivos gerais
No final da formação o formando terá competências para reconhecer situações e sinais com potencial para provocar traumatização secundária e/ou burnout. Serão capazes de reconhecer os sinais do burnout em si próprios e nos outros, e nomear os recursos que normalmente se encontram disponíveis para apoio, nas organizações onde trabalham. Serão também desenvolvidas competências para recorrerem a estratégias próprias, para minorar as consequências da traumatização secundária e do burnout.

Programa (7 horas – das 10h as 18h)
The support to victims of crimes (Bruno Brito 1h)
Job description and resilience of a Victim Support Technician in APAV

Understanding and Helping Victims of Homicide (Kathleen O’Hara 2h)
Seven stage model that helps providers understand what victims may experience during the first five years – Sharing experiences in support

“What you can expect when things go wrong” – most common supports for caregivers when they burnout (1h Bruno Brito)
Medical support
Psychological support
Crisis intervention
Counseling and psychotherapy
Group support
Compassion Fatigue (3h Katheleen O’Hara)
Helping you to protect yourself from secondary traumatization and Burnout

NOTA: A formação será parcialmente lecionada em inglês. Haverá apoio de português durante todo o curso.


Inscrição até 21 de Setembro de 2012
Certificação: O curso é certificado pela APAV.
Preço por participante: 45 Euros

Inscriçõesfaça o download da ficha de inscrição aqui (clique aqui)

Formas de pagamento: 
- Transferência bancária NIB 0035 0697 0063 707 233 056 Caixa Geral de Depósitos (necessário o envio de comprovativo de transferência para formacao@apav.pt Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. );
- ou através do site da APAV (clique aqui) – Por favor escolha donativo/pagamento pontual e indique na caixa de observações o seu nome e o curso referente ao pagamento.

Importante: Após preenchimento da ficha de inscrição, envie-a, por favor, para formacao@apav.pt Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , indicando qual o meio de pagamento escolhido.

Para mais informações, por favor contate:
Centro de Formação /  Training Centre
Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Portuguese Association for Victim Support
Rua José Estêvão, 135 A, Piso 1, 1150-201 Lisboa Portugal
tel. dir. +351.21.358.79.26
fax +351.21.887.63.51
e-mail: formacao@apav.pt Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
http://www.apav.pt

Fonte: http://apav.pt/apav_v2/index.php/pt/formacao/workshop-burnout

sábado, 8 de setembro de 2012

Sessão de Trabalho sobre Violência Doméstica

Sessão de Trabalho sobre Violência Doméstica

“Violência doméstica – meios de controlo, prevenção e proteção: Teleassistência a Vítimas de Violência Doméstica, Vigilância Eletrónica e Programa para Agressores” - Tribunal da Relação do Porto – 10 de setembro de 2012

Programa da Sessão de Trabalho [download pdf]
Fonte: CIG

Criação de Rede de Municípios Solidários Com Vítimas de Violência Doméstica

Governo assinou protocolo com a ANMP para a criação de uma rede de
municípios solidários com as vítimas de violência doméstica

A Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, e o Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Paulo Júlio, assinaram um protocolo com a ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses - que visa facilitar o acesso a habitações a baixo custo para vítimas de violência doméstica.

O documento, subscrito no dia 29 de Agosto, na Assembleia da República, institui uma relação de cooperação entre o Governo e a ANMP, no apoio ao processo de autonomização das vítimas de violência doméstica após a sua saída das Casas de Abrigo, através da criação de uma rede de municípios solidários que disponibilizem fogos a baixo custo às vítimas que recomeçam as suas vidas na comunidade.

A execução deste protocolo, de caráter genérico, e ao qual os municípios são convidados a aderir, será assegurada pela ANMP que, junto dos seus associados, irá sensibilizar, divulgar e promover a sua adesão, e acompanhar a sua implementação. Por sua vez, os municípios que se tornarem aderentes ao mesmo protocolo comprometem-se, designadamente, a incluir as vítimas de violência doméstica entre as suas prioridades na atribuição de fogos de habitação social ou, e de acordo com a sua opção, na avaliação da possibilidade de disponibilização de fogos que detenham no seu património para arrendamento a baixo custo.

Esta medida, inserida no IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica (IV PNCVD), sublinha o compromisso do Governo, no reforço da proteção e do apoio às vítimas de violência doméstica, promovendo uma melhor articulação de todas as entidades públicas envolvidas na execução deste Plano, neste caso, os Municípios e o Governo, com as instituições da sociedade civil.

Protocolo com a Associação Nacional de Municípios Portugueses [download pdf]


Fonte: CIG

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CIG quer saber por que razão vítimas de violência doméstica não apresentam queixa

Lusa
 
Crime CIG quer saber por que razão vítimas de violência doméstica não apresentam queixa
 
Só um terço do total de casos de violência doméstica chega às autoridades policiais, e poucos são os agressores condenados, de acordo com estimativas da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).
 
CIG quer saber por que razão vítimas de violência doméstica não apresentam queixa
 
Estes números levam a CIG a defender a necessidade de perceber porque é que tantas vítimas não apresentam queixa.
Contactada pela agência Lusa, a coordenadora do núcleo da violência doméstica e violência de género da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) sublinhou que, com base em estudos europeus, "apenas um terço da criminalidade deste tipo é participada às polícias".
"Do universo todo da criminalidade realmente ocorrida, estima-se que apenas um terço chegue às polícias, depois, desse um terço, todo o processo de investigação, transitar para o Ministério Público, é um funil que vai ficando cada vez mais estreito", apontou Marta Silva em declarações à agência Lusa.
 
De acordo com a responsável, dados de Julho de 2012, sobre pessoas presas por crime de violência doméstica, existem 70 pessoas em prisão preventiva a aguardar julgamento e 192 condenadas, num total de 262 a cumprir pena de prisão.
"Se tivermos em conta o universo das queixas, que anda à volta das 30 mil anuais, não é preciso ser brilhante a estatística ou a matemática (...) E se estimarmos que estas 30 mil que chegam às polícias são elas próprias apenas um terço da criminalidade total, quantas não serão no total?", questionou.

Notícias ao Minuto de 06/09/2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Lei n.º 52/2012 - Lei de Bases dos Cuidados Paliativos

DR 172 SÉRIE I de 2012-09-05

Lei n.º 52/2012
Assembleia da República
Lei de Bases dos Cuidados Paliativos 

Fonte: Diário da República

Lei n.º 51/2012 - Estatuto do Aluno e Ética Escolar

DR 172 SÉRIE I de 2012-09-05

Lei n.º 51/2012
Assembleia da República
Aprova o Estatuto do Aluno e Ética Escolar, que estabelece os direitos e os deveres do aluno dos ensinos básico e secundário e o compromisso dos pais ou encarregados de educação e dos restantes membros da comunidade educativa na sua educação e formação, revogando aLei n.º 30/2002, de 20 de dezembro.


Fonte: Diário da República