quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Gulbenkian apoia práticas artísticas para inclusão social

Candidaturas de 16 setembro a 25 outubro
(projetos a iniciar em dezembro de 2013)

O concurso PARTIS - Práticas Artísticas para Inclusão Social pretende apoiar projetos sociais destinados à integração social através das práticas artísticas.

Os melhores e mais inovadores projetos de integração social pela prática artística, nas áreas das artes visuais, artes performativas e audiovisuais (nomeadamente teatro, dança, música, circo, grafitti, performance, pintura, escultura, instalação, vídeo, fotografia, entre outras) serão apoiados, até um máximo de €25 mil euros/ano. As propostas devem ser consistentes, informadas e sustentadas, assentes em parcerias alargadas, passíveis de avaliação e replicação.

Podem concorrer organizações não lucrativas com projetos que promovam a inclusão social de cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social, tendo em vista a promoção do encontro e diálogo entre diferentes - em termos sociais, etários, culturais, entre outros -, e também a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social e territorial.

pdf Regulamento - pdf 201 kb

O formulário de candidatura online é de preenchimento obrigatório. As candidaturas devem ser submetidas até ao dia 25 de outubro através do formulário abaixo disponível:

formulário de candidatura FORMULÁRIO de candidatura online

A documentação necessária para completar as candidaturas deverá ser enviada, dentro dos prazos apresentados, através do My-file (pasta pessoal automaticamente criada aquando da validação da respetiva candidatura), em formato PDF ou JPG.

Quaisquer dúvidas respeitantes a este concurso poderão ser esclarecidas junto do Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano.

Contactos:
Hugo de Seabra
Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano
Email - partis@gulbenkian.pt
Tel - +351217823547
Fonte: Fundação Calouste Gulbenkian

Entrevista "Angariar Mais e Melhor"


A Call to Action chega ao Porto nos próximos dias 26 de setembro e 4 de outubro para dois Workshops capazes de munir todas as organizações sem fins lucrativos interessadas, de ferramentas e ideias que farão das boas práticas em Angariação de Fundos uma realidade futura.
"Como angariar fundos junto de particulares." e "Como organizar um evento eficaz na angariação de fundos." são os temas propostos. O Impulso Positivo falou com Madalena da Cunha, responsável pela área de formação da Call to Action, para saber mais.
IP News: O que é que se pode esperar dos Workshops que irão decorrer no Porto nos próximos dias 26 de setembro e 4 de outubro?
Madalena da Cunha (MC): Os workshop Call to Action têm como objetivo dar formação sobre um tema específico de fundraising. Uma formação prática, que fomenta a partilha de experiências, que inclui trabalhos em grupo que desenvolvem o tema em causa. Mas tudo isto com uma base de “teoria” que vai dar a todos os participantes as melhores orientações para trabalhar da melhor forma a técnica em causa, e dessa forma potencia automaticamente os resultados da angariação de fundos.
Espera-se claramente que, no final do dia, os participantes saiam com dicas, técnicas e ideias para aplicar logo no dia a seguir.

IP News: Daquilo que têm podido constatar com a vossa experiência, o que é que é urgente as Organizações portuguesas entenderem em relação à  Angariação de Fundos?
MC: Eu diria que 2 coisas:
1)      Angariação de fundos é uma área muito maior do que atualmente pensam, e exige por isso saber tudo sobre o tema, conhecer as várias técnicas, estudar e aplicar na prática.
2)      Angariar fundos exige um trabalho permanente e profissional, com um investimento mínimo para se conseguir ter o retorno desejado.

IP News: Qual é o erro mais frequente que constatam que as Organizações portuguesas cometem?
MC: Fazerem o que é mais comum na angariação de fundos em Portugal: pedir pontualmente, muitas vezes já em momentos de aflição e raramente com o objetivo de ter um donativo regular dessa pessoa. Para além disso, trabalha-se muito pouco a relação com as pessoas a quem se pede, porque se pensa nelas como quem vai dar naquele momento, e se esquece que se as envolvêssemos na missão da organização,  conseguiríamos certamente ter alguém fidelizado à nossa causa. O resultado final é ter que andar sempre a pedir a pessoas diferentes e de forma muito urgente. A origem do problema é só uma : não haver planeamento.

IP News: Uma organização que se encontre numa situação crítica e sem praticamente experiência nenhuma no que diz respeito à Angariação de Fundos, deve começar por onde?
MC: Deve começar por vir às formações da Call to Action!
Deve começar por estudar o tema, perceber do que está a falar, perceber o potencial e começar por fazer um Plano de Angariação de Fundos que permita atingir os objetivos da Organização. Para isso, tem que investir no mínimo de formação, e que passa também por ler sobre o tema, comprar alguns livros (que infelizmente não há ainda em português), ir a seminários de fundraising, e aplicar na prática.
Se está num momento difícil em que tem que ter resultados rápidos, tem então que aplicar as técnicas adequadas, e para isso tem que planear também – saber onde está e como pode chegar onde quer chegar. No fundraising as várias técnicas respondem também a diferentes necessidade e é preciso saber disso e como fazer.
Uma das grandes vantagens deste tema do fundraising é que há já muito feito, fora de Portugal, com resultados provados e comprovados, e por isso apenas é necessário aplicar cá o mesmo… simples!

IP News: Angariar Fundos, não traz apenas mais recursos para as organizações. Que outras consequências "indiretas" podem advir da Angariação de Fundos?
MC: Angariar fundos tem impactos muito vastos para as Organizações em muitos pontos:
1.       Na marca da organização, e sua imagem.
2.       Na notoriedade da Missão da própria Organização.
3.       Nos relacionamentos que se desenvolvem com todos os parceiros, doadores, e outros stakeholders.
4.       No cumprimento da missão e atividade da Organização.
5.       No criar de uma “família” alargada da Organização.
6.       Na possibilidade da Organização crescer na sua missão.

Fonte: Enviado por lrodrigues em Qua, 18/09/2013 - 13:28 - Impulso Positivo

Alterações ao Programa de Emprego e Apoio à Qualificação

No dia 12 de Setembro de 2013, entrou em vigor o Decreto-Lei nº 131/2013, de 11 de Setembro. O documento introduz alterações e republica o Decreto-Lei nº 290/2009, de 12 de outubro, diploma que criou o Programa de Emprego e Apoio à Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade, que apresentem dificuldades adicionais no acesso e manutenção do emprego.
A principal alteração introduzida no diploma prende-se com a possibilidade do IEFP, I.P., alargar a concessão dos apoios financeiros anteriormente previstos, aos empregadores de direito público que, não façam parte da administração direta do Estado, quando procedam à admissão de pessoas com deficiência.
Os apoios financeiros visam reduzir os encargos a suportar pelas entidades empregadoras, designadamente ao nível da adaptação de postos de trabalho, eliminação de barreiras arquitectónicas, despesas com a retribuição e contribuições para a segurança social.
O actual diploma introduz, ainda, alterações ao procedimento de avaliação da capacidade de trabalho das pessoas com deficiência, a integrar em postos de trabalho no âmbito do regime de emprego protegido ou de contrato de emprego apoiado em entidades empregadoras.

Documentos disponíveis para descarregar:
Icone identificativo de ficheiro pdf Decreto-Lei nº 131/2013 (285 kB)
Icone identificativo de ficheiro pdf Decreto Lei nº 290/2009 de 12 de outubro (274 kB)
Fonte: INR

Produtos de Apoio - IEFP

Manual de Procedimentos que define o regime de acesso ao financiamento de produtos de apoio (ajudas técnicas) concedido pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP (IEFP) para pessoas com deficiências e incapacidades.


Fonte: UDIPSS de Santarém

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Missão Sorriso - Candidaturas

Podem apresentar projetos a concurso todas as entidades coletivas sem fins lucrativos e as entidades públicas prestadoras de cuidados de saúde que integrem o Serviço Nacional de Saúde e que contribuam para a melhoria das condições de vida de crianças e seniores.
Tal como aconteceu no ano passado, poderão também concorrer projetos inseridos no âmbito da luta contra a fome.
Cada distrito terá, pelo menos, um projeto vencedor.
Os projetos deverão ser enviadas por email para missao.sorriso@sonaemc.com até 15 de outubro de 2013.
Para esclarecimento de dúvidas ligue 21 982 25 92.

 

Fonte: Continente

"Papá dá Licença? Por uma Parentalidade Partilhada"


Ao longo de dois anos, o GRAAL desenvolveu um projeto para incremento da partilha da licença parental, tendo em vista aumentar a utilização das licenças parentais por parte dos homens; estimular o seu envolvimento no cuidado e na vida dos seus filhos e das suas filhas desde os primeiros momentos de vida e reduzir a pressão social, laboral e económica que é exercida sobre os homens para que não utilizem as licenças parentais.
A publicação "Papá dá Licença? Por uma Parentalidade Partilhada" resulta do cruzamento das perspetivas de vários atores sobre a partilha e o gozo de licenças parentais por parte dos homens e sobre um novo lugar que alguns já ocupam nas suas famílias, na vida e no cuidado dos seus filhos e das suas filhas.
Papá dá Licença? Por uma Parentalidade Partilhada
Fonte: CITE

FPDD lança campanha “É na Arena que damos luta”

A Federação Portuguesa de Desporto para Deficientes (FPDD) lançou recentemente a campanha de comunicação "É na Arena que damos luta".
A presente campanha insere-se no novo ciclo paralímpico de quatro anos, com vista à missão paralímpica Rio 2016.
A FPDD visa, assim, captar patrocínios e estabelecer parcerias com diversas entidades no sentido de melhorar as condições de preparação desportiva dos atletas paralímpicos nacionais, com vista à missão paralímpica Rio 2016.
Para mais informações consulte o site da FPDD em http://www.fpdd.org/
Fonte: INR