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terça-feira, 23 de abril de 2013

2ª Edição da Bolsa do Empreendedorismo | 9 maio


Para celebrar o Dia da Europa venha à segunda edição da Bolsa do Empreendedorismo: 
€ 15000 para por a sua ideia a render!
 Este ano, a comemoração do Dia da Europa - 9 de maio - realiza-se na Aula Magna da Universidade de Lisboa, com a 2ª edição da Bolsa do Empreendedorismo. Quem participar nesta iniciativa de apoio à economia e ao emprego poderá candidatar o seu projecto a prémios de apoio ao empreendedorismo no valor total de € 15000.
Se tem uma boa ideia ou deseja fazer crescer o seu negócio, esta será uma oportunidade rara de receber formação e conselho gratuito de especialistas, bem como de estabelecer contactos de alto valor acrescentado.
Na Bolsa do Empreendedorismo estará ainda disponível uma "Loja do Cidadão Empreendedor", com Gabinetes de Apoio dedicados a temas que passam do capital de risco à propriedade industrial, passando pelos recursos humanos e à incubação.
acesso é livre das 9h30 às 19h30, com inscrição necessária apenas para os workshops. A equipa do programa The Next Big Idea estará presente ao longo de todo o dia para proceder ao registo das melhores ideias a exibir na televisão.
■Para inscrição nos workshops: 966 567 655 |bolsadoempreendedorismo@gmail.com
Esta iniciativa da Representação da Comissão Europeia em Portugal, com o Gabinete do Parlamento Europeu, em parceria com a Universidade de Lisboa e enquadrada na Semana do Empreendedorismo da Câmara Municipal de Lisboa, conta com a quase totalidade das entidades públicas e privadas que apoiam o empreendedorismo.
Ligações úteis:
■Sítio web da Bolsa do Empreendedorismo
Programa pdf - 12 KB [12 KB]
Fonte: ACEGIS e Comissão Europeia em Portugal

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Iniciativas no âmbito do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações - 2012

Se o envelhecimento é uma tendência demográfica generalizada (também em Portugal), as velhices, isto é, as formas de viver a longevidade, são múltiplas e exigem políticas e outras iniciativas à medida, oportunas e atentas às necessidades e às capacidades de satisfação pessoal, autonomia e participação das pessoas ao longo da vida.
  • Participação na Sociedade (Solidariedade e Diálogo Intergeracional; Voluntariado e Participação Cívica)
Independentemente da idade ou da condição perante o emprego, não há pessoas inúteis. O diálogo, a ajuda mútua e a cooperação entre as diversas gerações são o cimento da coesão social e condição sine qua non para o envelhecimento ativo. Há que reconhecer positivamente o trabalho não remunerado dos mais velhos, designadamente como cuidadores, nas famílias, vizinhanças, comunidades e sociedade sendo aqui, crucial a promoção e a visibilidade do voluntariado sénior. Reforçar a voz nas comunidades de vida é também uma prioridade, mitigando-se o déficit de participação cívica das/dos seniores.
Ver algumas Iniciativas (em construção) | eixo "Participação na Sociedade"

  • Emprego, Trabalho e Aprendizagem ao Longo da Vida
À medida que a esperança de vida aumenta na Europa e também em Portugal também as idades de reforma sobem, mas haverá pessoas receosas de não conseguir ficar empregadas, mantendo o atual emprego ou conseguindo outro, até terem uma carreira contributiva que lhes permita aceder a uma reforma decente. Os trabalhadores seniores terão de ter melhores oportunidades no mercado de trabalho, o que passa também pela aquisição, reforço e reconhecimento de competências. Há ainda que estimular o potencial do empreendedorismo sénior e valorizar o trabalho dos mais velhos enquanto consultores, mentores e dinamizadores de troca de experiências (saberes práticos).
Ver algumas Iniciativas (em construção) | eixo "Emprego, Trabalho e Aprendizagem ao Longo da Vida"

  • Vida Autónoma (Saúde, Bem-estar e Condições de Vida)
A saúde é um «estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças» assim, é preciso que as pessoas ao longo da sua vida tenham uma atitude preventiva, investindo no seu bem-estar. Para tal, há que ter condições de vida essenciais que ajudam a viver mais tempo e melhor como uma rede afetiva e de integração social, ambientes seguros e acessíveis, rendimentos suficientes, acesso a cuidados e serviços de saúde, sociais e outros.
Envelhecimento ativo também é empowerment, não no sentido do indivíduo que se basta a si próprio e faz tudo sem ajuda, mas entendido como a possibilidade de envelhecer com dignidade, sabendo e podendo gerir e gerar as interdependências e as pertenças e tomar decisões sobre a sua vida.

Ver algumas Iniciativas (em construção) | eixo "Vida Autónoma (Saúde, Bem-estar e Condições de Vida)"

Fonte: Envelhecimento Ativo

sábado, 26 de maio de 2012

Bolsa de Valores Sociais

A Bolsa de Valores Sociais replica o ambiente de uma Bolsa de Valores e o seu papel é facilitar o encontro entre Organizações da Sociedade Civil criteriosamente selecionadas, com trabalhos relevantes e resultados comprovados na área da Educação e do Empreendedorismo, e investidores sociais (doadores) dispostos a apoiar essas Organizações através da compra de suas ações sociais.
Seguindo o exemplo do que ocorre no mercado de capitais, a Bolsa de Valores Sociais é o espaço que promove esse ponto de encontro e que zela pela transparência da relação entre a Organização e o investidor social. Ao fazê-lo, garante que o investimento social seja o mais eficaz possível, com resultados que podem ser acompanhados a qualquer momento pelos investidores sociais.
Ao promover os conceitos de investimento social e investidor social, a Bolsa de Valores Sociais propõe que o apoio às Organizações da Sociedade Civil seja visto não sob a ótica da filantropia e da caridade, mas sim do investimento que deve gerar um novo tipo de lucro: o lucro social.
A Bolsa de Valores Sociais foi criada pela Atitude – Associação pelo Desenvolvimento do Investimento Social, que faz a gestão técnica e de comunicação do programa. A Atitude foi também a criadora no Brasil, em 2003, da primeira Bolsa de Valores Sociais do mundo, a BVS&A para a BM&FBOVESPA – a Bolsa de Valores do Brasil.
A Bolsa de Valores Sociais em Portugal é a segunda no mundo e a primeira na Europa no ambiente de uma Bolsa de Valores.
Para mais informações, consulte o Regulamento da BVS.

Fonte: http://www.bvs.org.pt/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Banco do Livro Escolar - troca gratuita de livros escolares

Banco do Livro escolar – troca gratuita de livros escolares
Ajude-nos a partilhar esta ideia!

Reutilizar é ainda melhor que Reciclar!
O que é o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar pretende promover a reutilização dos livros escolares recebendo e entregando gratuitamente livros escolares usados.

Gratuitidade como Princípio de honra
Todo e qualquer produto ou serviço prestado por ou para o Banco do Livro escolar é gratuito.

Como funciona o Banco do Livro escolar?
O Banco do Livro escolar recebe os livros escolares usados.
O Banco do Livro escolar disponibiliza gratuitamente os mesmos livros a quem precisa deles.

+++O Banco do Livro não tem propriedade nos livros que lhe são confiados+++
https://www.facebook.com/pages/Banco-do-Livro-Escolar-troca-gratuita-de-livros-escolares/225872964128247?sk=wall
O Banco do Livro escolar promove o transporte dos livros entre os vários pontos de entrega e recolha do País.
O transporte dos livros é feito por voluntários e não tem qualquer custo mas pode demorar alguns dias.
Se já ofereceu os livros escolares a outra pessoa já cumpriu o princípio de funcionamento do Banco do Livro pelo que pode levantar novos livros escolares sem entregar outros livros.

Onde entregar / levantar os Livros escolares?

Sede - Porto - Boavista
Avenida da Boavista, 3283
Edifício Oceanus, ao lado da CGD
tel 91 741 33 31
Horário
18h00 às 20h00 Seg a sexta
10h às 13h00 sábado


Lisboa - Lumiar
Century21 Alismédia
Rua Helena Vaz da Silva, nº 2 - Loja 3
1750-429 Lisboa
Contacto telefónico: 91 050 19 21
Horário: 2ª a 6ª feira das 11 h às 13 h e das 15 h às 18.30h.
email:
alismedia@sapo.pt

Coimbra
Cowork.Coimbra
Rua da casa branca, 97
3030-109 Coimbra
tel 239 724 600
Horário: 10h- 12h30 e 15h00- 17h30
2ª a 6ª feira


Mealhada
Academia de estudos Alexandra Costa
Estrada Nacional 1, ed Nac 1, Lj 123
3050 347 Mealhada
tel 966474737
Horário
10h00 às 19h00


Quer criar um banco do Livro escolar na sua cidade?
O Banco do Livro escolar pretende alargar a rede de pontos de recolha e entrega de livros escolares por todo o País.
Se deseja criar um Banco do Livro escolar na sua cidade por favor contacte:
Henrique Cunha
tel movel 912 447 177
htrigueiroscunha@gmail.com
bancodolivroescolar@gmail.com

Programa Aconchego

O Programa Aconchego, promovido em parceria com a FAP Social, é dirigido a:

- Seniores, com mais de 60 anos, residentes na cidade do Porto, vivam só ou com o cônjuge, e possuam condições na sua residência para o acolhimento de um estudante;

- Estudantes universitários, com idade entre os 18 e os 35 anos, não residentes no Porto e que queiram comprometer-se com o acompanhamento e melhoria da qualidade de vida do sénior.

Este programa, assente numa perspectiva intergeracional, de combate à solidão e isolamento dos seniores, consiste no alojamento de jovens universitários, em habitações de seniores residentes no Concelho do Porto, a título gratuito ou com uma comparticipação simbólica nas despesas de água e energia. O acompanhamento e avaliação do Programa são da responsabilidade da equipa técnica da Fundação Porto Social e da FAP Social.

O Programa Aconchego decorre de acordo com o calendário lectivo, durante a semana de segunda a sexta-feira, sendo o período de fim-de-semana facultativo.

Deste modo, procura-se cumprir o objectivo específico de contribuir para a solução simultânea do problema de solidão dos seniores e de alojamento de jovens universitários.

Contactos

Fundação Porto Social
tel: 22 589 92 60 -
aconchego@bonjoia.org
Federação Académica do Porto
tel: 22 607 63 70 -
fapsocial@fap.pt www.fap.pt

          Videos

             Video 1 (74.27 Mb)
              Video 2 (273.33 Mb)

 

 

Documentos

Flyer (909.35 Kb)

Formulário de Inscrição PDF (51.13 Kb)


domingo, 13 de fevereiro de 2011

GRAAL: Banco do Tempo....Tempo para os outros, tempo para si

"Sensibilização das famílias e da comunidade para a criação de redes de entreajuda, com base em afinidades de vizinhança e de interesses comuns, e apoio à criação de infra-estruturas necessárias para a sua existência".

In "Caderno de Medidas e Recomendações Para a Conciliação Entre a Vida Profissional e a Vida Familiar", projecto Para Uma Sociedade Activa, Graal, 1999

O Banco de Tempo nasceu da necessidade de "criar redes de entreajuda", conforme expresso pelos testemunhos das Audições Públicas realizadas no projecto "Para Uma Sociedade Activa", sendo enquadrado na actividade do Graal na medida em se que propõe estimular, apoiar e organizar iniciativas que visam a criação de novos modelos de vida em sociedade, a valorização das pessoas e a revitalização das comunidades.

O modelo de Banco de Tempo inspirou-se na filosofia dos bancos de tempo que apareceram em Itália no início da década de 90. O Graal começou a trabalhar neste projecto no início de 2001 depois de ter contactado com o conceito, em Barcelona, na Associação Salut Y Família que desenvolve um projecto semelhante em Espanha. Depois de um ano dedicado à criação da infra-estrutura e ao envolvimento de instituições e pessoas, foram lançadas para as primeiras agências no início de 2002.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Projecto Salto

Identificação do Projecto
O Projecto Salto pretende promover o desenvolvimento de competências para a autonomia em crianças e jovens acolhidos em instituição. Assume-se metaforicamente como uma corrida de cem metros barreiras, onde, num contexto não institucional e de forma positiva e desafiadora os/as jovens vão descobrir e treinar competências essenciais para a sua adaptação e inclusão social.

Destinatários
Crianças e jovens acolhidos em instituição.

Objectivos
 - Facilitar o desenvolvimento de competências (pessoais e sociais) essenciais ao processo de autonomia
- Promover a experiência positiva de estilos de vida e comportamentos saudáveis. Dinamizar um espaço lúdico-pedagógico, desafiador e apreciativo em contexto não institucional.

Metodologias
- Formato de colónia de férias residencial em contexto não institucional.
- Metodologias de educação não formal. Actividades lúdico-pedagógicas experienciais e reflexivas que seguem a metodologia de aprendizagem de Brander.
- Metodologias relacionais tendo em vista o estabelecimento de uma relação informal positiva e apreciativa com os jovens.

Contexto
Este projecto nasce da vontade conjunta por parte de Educadores da Casa de Acolhimento de Emergência da Alameda e de Técnicos da Associação PAR, em agir de modo a promover o desenvolvimento de competências entendidas como fundamentais para a adaptação e inclusão social futura de crianças e jovens institucionalizados.

De forma a colmatar esta necessidade, foi elaborado em 2007, em parceria com o Instituto de Segurança Social, I.P, um projecto-piloto tendo em vista o desenvolvimento de um programa de treino de competências para a autonomia ajustado às especificidades desta população.

Tendo por base a avaliação e desenvolvimento desse projecto-piloto foi criado o Projecto Salto. Para o efeito, além da revisão e avaliação metodológica realizada, foi criada uma bolsa de monitores capacitados para esta intervenção. A versão final deste projecto tem sido aplicada, com sucesso, ao longo do ano de 2008, junto de crianças e jovens provenientes de diversas casas de acolhimento.

Mais valia do projecto
O Projecto Salto assume-se como um projecto inovador, criado e desenvolvido de forma a adequar-se às especificidades e necessidades das crianças e jovens acolhidos em instituição.

Baseando-se em metodologias aferidas e dispondo de uma bolsa de técnicos capacitados para o trabalho com esta população, disponibiliza uma experiência pedagógica positiva e apreciativa em contexto não institucional, onde, o desfrutar de estilos de vida saudáveis e o ultrapassar de desafios surgem como estratégias naturais de aprendizagem e desenvolvimento pessoal.

A quem recorrer para saber mais sobre o projecto:
Andreia Baptista
Departamento de Intervenção Social e Comunitária 
E-Mail:

domingo, 31 de outubro de 2010

Teleassistência ao Domicílio

A Câmara Municipal de Coimbra implementou em 2004 um projecto de Teleassistência ao Domicílio junto da população idosa do concelho que consiste no funcionamento de uma central de assistência permanente, pronta a responder a qualquer situação de emergência, 24h por dia através de um sistema de comunicação rápido e seguro.
Medida a favor da população sénior do concelho que consiste na instalação de um equipamento na linha de telefone fixo e que permite accionar, através de uma chamada telefónica, um conjunto de serviços. 

Que Serviços:


  • O envio urgente de médicos, enfermeiros, ambulâncias, polícia, bombeiros, contactos com familiares, amigos ou outras pessoas, bem como, simplesmente para combater a solidão destes idosos;


  • Assessoria médica por telefone, informação sobre unidades de saúde e farmácias de serviço;  


  • Envio de profissionais para a resolução de avarias domésticas;


  • Apoio Psicológico e Jurídico presencialmente ou por telefone, por parte da "Humana Global"(ONG que colabora com a CMC neste apoio à população sénior do concelho).
    Quem pode ser beneficiário:
    • Esta é uma acção destinada a indivíduos de idade igual ou superior a 65 anos, a residirem sós no concelho de Coimbra e com rendimentos iguais ou inferiores ao salário mínimo nacional.
    • A mensalidade do serviço é totalmente assegurada pela Câmara Municipal de Coimbra, pelo que os utentes só terão que custear os impulsos que fizerem ao custo de uma chamada local.
    Os interessados que se enquadrem no perfil delineado, devem fazer a sua inscrição junto da Divisão de Acção Social e Família.  


  • INFORMAÇÕES
    O serviço de Teleassistência ao Domicílio surgiu em 2004 e, desde então, já apoiou 125 pessoas um pouco por todo o concelho de Coimbra. Actualmente são 72 os beneficiários activos do programa.


    Fonte: http://www.cm-coimbra.pt/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=74&Itemid=200

    Observatório Social - Santa Maria da Feira

    Num contexto marcado pela diversidade de dinâmicas e pela mudança social, os Observatórios surgem como valiosos instrumentos de medição da evolução dos fenómenos sociais, contribuindo para um conhecimento mais profundo e territorializado das potencialidades e constrangimentos existentes, produzindo posteriormente orientações para a definição de políticas de intervenção social.
    Neste âmbito, por iniciativa da Rede Social, o Município de Santa Maria da Feira apresentou em 2004, uma candidatura ao POEFDS (Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social), para a constituição de um Observatório Social.
    Com o objectivo de responder de uma forma mais eficaz aos objectivos propostos, estabeleceu-se uma parceria com o IDIT – Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica, para a constituição do Observatório em formato on-line. Esta versão, para além de disponibilizar para toda a comunidade uma base de dados, constantemente actualizada, com os indicadores considerados pertinentes nas áreas de intervenção do Observatório: Educação, Emprego, Família, Comportamentos Desviantes e População, pretende também englobar a Carta Social do Concelho, relatórios e estudos temáticos diversos e um sistema semáforo onde se sinalize a(s) tendência(s) evolutiva das diferentes áreas sociais do Concelho.
    Objectivos Globais
    Diagnosticar, acompanhar e promover soluções de âmbito global e sectorial, lançando as bases para um desenvolvimento sustentado e sustentável do tecido económico/social do concelho de Santa Maria da Feira;
    Contribuir para a construção de um conhecimento que permita a identificação de potencialidades e constrangimentos e a monitorização das áreas prioritárias de intervenção;
    Alargar a gama de indicadores sociais disponíveis para a caracterização dos problemas existentes.
    Objectivos Específicos
    Desenvolver sistemas de informação constantemente actualizados, que sistematizem a informação relevante sectorialmente, divulgando-a aos diferentes parceiros sociais e comunidade em geral;
    Acompanhar e avaliar a execução de medidas e programas de acção que possibilitem estratégias de trabalho nas diferentes áreas sociais de actividade;
    Criar “ Micro Observatórios” que funcionem como barómetros sinalizadores da conjuntura económica-social do concelho de Santa Maria da Feira;
    Metodologia
    O Observatório tem por base uma metodologia de investigação-acção, procurando sempre que possível combinar métodos quantitativos com métodos qualitativos. Assenta essencialmente, numa base de dados constituída pelos indicadores sociais considerados pertinentes para o conhecimento da realidade social do Concelho, regularmente actualizadas através do recurso a várias fontes.
    O Observatório pretende também englobar a Carta Social do Concelho, relatórios e estudos temáticos diversos e um sistema semáforo onde se sinalize a(s) tendência(s) evolutiva(s) dos diferentes sectores sociais do Concelho.

    Fonte:  https://www.cm-feira.pt/portal/site/cm-feira/template.MAXIMIZE/accao-social-2/?javax.portlet.tpst=c458d2d8d76ee9dcc4a69810d0af8a0c_ws_MX&javax.portlet.prp_c458d2d8d76ee9dcc4a69810d0af8a0c_viewID=detail_view&javax.portlet.prp_c458d2d8d76ee9dcc4a69810d0af8a0c_thematicContentPath=%2FThematic%20Navigation%2FAc%C3%A7%C3%A3o%20Social%2FRede%20Social%2FObservat%C3%B3rio%20Social%20on%20line%2F&javax.portlet.begCacheTok=com.vignette.cachetoken&javax.portlet.endCacheTok=com.vignette.cachetoken

    sábado, 9 de outubro de 2010

    Plataforma Itinerante de Animação Sócia-Educativa – Museu Móvel

    A Cresaçor – Cooperativa Regional de Economia Solidária, CRL foi incubada no âmbito do Projecto de Luta Contra a Pobreza e pela criação de um programa para o desenvolvimento das empresas de inserção sócio-profissional dos Açores – O Projecto IDEIA, iniciado em 1999. É equiparada a Instituição Particular de Solidariedade Social, nos termos da Lei n.º 101/97 de 13 de Setembro, adaptada à Região pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2000/A, de 9 de Agosto, que equipara as Cooperativas de Solidariedade Social, que prossigam os objectivos previstos no Estatuto das IPSS’s. E sendo-lhe aplicado o mesmo estatuto de direitos, deveres e benefícios das IPSS’s, adquiriu ao abrigo do art. 8º do Decreto-Lei n.º 119/83, de 25 de Fevereiro, a natureza de pessoa colectiva de utilidade pública.
    Representa na Região a Rede de Economia Solidária dos Açores, formada actualmente por 21 instituições sem fins lucrativos que apoiam e acompanham públicos em risco promovendo a sua inclusão, nomeadamente através da formação e empregabilidade, tendo como referencia os princípios de Economia Solidária. Integra também a Rede de Economia Solidária da Macaronésia constituída pelas Regiões Açores, Cabo Verde, Canárias e Madeira.

    No âmbito das suas actividades a Cresaçor dinamiza em parceria a Plataforma Itinerante de Animação Sócia-Educativa - Museu Móvel.
    Este projecto é o resultado de uma parceria estabelecida entre o Museu Carlos Machado e a Cresaçor, apoiado pela Direcção Regional da Cultura e pelo Instituto de Acção Social, com o qual se pretende levar o Museu às várias comunidades da Ilha de S. Miguel, especialmente àquelas cujo afastamento dos centros urbanos as impedem de usufruir de certos bens culturais. Assim, a carrinha museu desloca-se às localidades levando além de peças da colecção do Museu Carlos Machado, exposições, ateliers e outras actividades relacionadas com esta instituição cultural.

    Fonte: http://www.cresacor.org/areasactividade.php