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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Workshop "Interdição e Inabilitação" | 6 de novembro | Tocha


A APPACDM de Coimbra irá dinamizar o Workshop subordinado ao tema "Interdição e Inabilitação" agendado para o dia 06 de Novembro, pelas 15h00, na Unidade Funcional da Tocha.

Objetivo: divulgação dos procedimento para requerer a “Interdição e/ou Inabilitação”.

A dinamizadora será a Dr.ª Virgínia - Procuradora Adjunta no Tribunal de Cantanhede.

Destinatários: Profissionais e famílias dos clientes da APPACDM de Coimbra 

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e decorrem até ao dia 03 de Novembro.

Nota: posteriormente será enviado aos participantes, um livro com toda a informação transmitida nos workshops.

Inscrição até ao dia 03 de Novembro de 2014, para o seguinte endereço de e-mail: tocha.geral@appacdmcoimbra.pt

Fonte: APPACDM de Coimbra - Unidade Funcional da Tocha

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Serviço comunitário DiferenteMENTE, IgualMENTE, da ADFP, em seis concelhos do Distrito.


A Fundação ADFP inicia no dia 15 de Abril o projeto de Apoio Domiciliário na Saúde Mental, Serviço Comunitário, em parceria com a Direção Geral de Saúde.
O Serviço Comunitário é constituído por uma Equipa Domiciliaria de Saúde Mental , da qual fazem parte uma psicóloga, técnico de serviço social  e  enfermeiro. Destina-se a pessoas com doença mental que, com o apoio domiciliário, podem manter-se na sua residência, junto da família e vizinhos, prevenindo recaídas e evitando novos internamentos.  A área geográfica de intervenção inclui Coimbra, Condeixa-a-Nova, Lousã, Miranda do Corvo, Penela e Vila Nova de Poiares. 
A Fundação ADFP teve em funcionamento, nos anos de 2008 a 2010, o Serviço Comunitário, resposta domiciliária integrada, multimunicipal, em seis concelhos do distrito de Coimbra. Nessa a altura beneficiavam de acompanhamento cerca de 80 utentes com doença mental grave.
Dificuldades económicas obrigaram o anterior Governo a cancelar o apoio a este serviço comunitário. A credibilidade da fundação ADFP permite agora o reinicio deste projeto, mesmo num período de grave crise económica e com muitas restrições orçamentais por parte do Estado.
Uma política de saúde mental não pode prescindir de boas respostas comunitárias, que facilitem a integração e inclusão das pessoas com doença psiquiátrica. È fundamental criar condições para que a pessoa com doença psiquiátrica possa continuar integrada junto da comunidade, vizinhos e família. È importante  humanizar o apoio aos doentes psiquiátricos e combater o estigma que durante séculos condenou a doença mental á “guetização”, ao ostracismo e ao tratamento em hospitais asilares , com grades nas janelas e trancas nas portas tipo prisão.
Para além desta resposta comunitária , a Fundação ADFP integra pessoas com problemas de saúde mental nas valências destinadas a pessoas com deficiência ou doença crónica incapacitante, designadamente nas valências de Fórum Sócio Ocupacional, Centro de Actividades Ocupacionais e Formação Profissional.
A Fundação ADFP desenvolve um projeto pioneiro DiferenteMENTE, IgualMENTE, que integra varias respostas residenciais, adaptadas ao nível de dependência e capacidade de integração de cada pessoa, respostas ocupacionais e agora este serviço comunitário. A Fundação ADFP já recebeu vários prémios nacionais pelo trabalho inovador com pessoas com doença mental, sempre numa lógica de inclusão e combate á marginalização.
No futuro, a ADFP pretende continuar a apostar na inclusão da pessoa com doença mental, procurando adaptar os serviços existentes às características individuais de cada doente.  A ADFP aposta em  desenvolver novas formas de intervenção para responder melhor às necessidades das pessoas com doença mental grave, respeitando orientações técnicas de elevada qualidade, mas que não prescindem da bondade dos prestadores.

Fonte: ADFP

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ciclo do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo: “A cidade e a saúde mental da pessoa idosa”

Dia 6 de setembro de 2012 
21:15h
Ciclo do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo
“A cidade e a saúde mental da pessoa idosa” 
Pelo Prof. Doutor João Barreto

“Ao contrário daqueles que vivem num ambiente rural, os idosos que habitam na cidade estão mais expostos a sofrer as consequências do isolamento e da solidão. Os riscos para a saúde são maiores, sobretudo nas pessoas de baixos recursos económicos, nas mulheres, e naqueles que vivem sós. No entanto, a pessoa que envelhece não tem forçosamente que viver triste e marginalizada. Ela tem ainda, tantas vezes, um capital de conhecimentos, experiência e sabedoria que pode colocar ao serviço dos outros. Só que a sociedade já não conta com ela e vê-a como mais um problema, quando não a ignora pura e simplesmente”. 
Como poderemos aproveitar melhor os recursos dos idosos, dando-lhes uma vida com mais sentido e qualidade? Esta e outras questões serão abordadas pelo Professor João Barreto, neste Serão da Bonjóia, dedicado ao Ano Europeu do Envelhecimento  Ativo e da Solidariedade entre Gerações, 2012.  
João Barreto é Doutor em Medicina (Psiquiatria) pela Universidade do Porto. Foi professor na Faculdade de Medicina do Porto e Chefe de Serviço de Psiquiatria no Hospital de S. João, Porto até 2007. Atualmente é Professor Universitário e tem-se dedicado especialmente à Psicogeriatria e também à Ética Médica, nas áreas da clínica, do ensino, da pesquisa e da difusão cultural. Foi fundador da Associação Portuguesa de Gerontopsiquiatria e preside à comissão científica da Alzheimer Portugal. Foi consultor da Direção Geral  de Saúde na elaboração do Plano de Saúde Mental para a população idosa. 

Entrada livre, até ao limite da lotação da sala

Local: Quinta da Bonjóia - Rua de Bonjóia, 185 - Campanhã - Porto

Para mais informações: www.bonjoia.org

Fonte: Porto Social - Fundação 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

PRÉMIO DE JORNALISMO NA ÁREA DA SAÚDE MENTAL

Com inscrições abertas até 31 de agosto

PRÉMIO DE JORNALISMO NA ÁREA DA SAÚDE MENTAL PROMOVE COMBATE AO ESTIGMA E DISCRIMINAÇÃO SOCIAL 

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prémio de Jornalismo na Área da Saúde Mental que visa distinguir os melhores trabalhos publicados na comunicação social sobre este tema. Os jornalistas de Imprensa, Rádio ou Televisão, com trabalhos publicados entre Julho de 2011 e Julho de 2012, estão convidados a enviar os seus trabalhos até ao próximo dia 31 de Agosto. Com o objetivo de contribuir para um correto conhecimento da doença mental e contrariar mitos e preconceitos relacionados com estas perturbações, foi criado o Prémio de Jornalismo na Área da Saúde Mental, promovido pela Fundação AstraZeneca (FAZ), em parceria com a Casa da Imprensa e a Associação ENCONTRAR+SE.  Este prémio destina-se a distinguir os trabalhos publicados nos meios de comunicação portugueses (Imprensa, Rádio, Televisão, Internet) que contribuíram para um maior conhecimento social das doenças mentais, para a promoção de uma mensagem positiva no combate ao estigma e discriminação social, para a motivação de doentes e cuidadores e na divulgação da investigação nesta área da Saúde.  Originalidade, relevância, investigação, coerência com o propósito do prémio (Anti-Estigma na Saúde Mental) e qualidade são os critérios gerais que serão avaliados pelo júri na análise dos trabalhos. O regulamento poderá ser consultado em www.encontrarse.pt, assim como na página Facebook do prémio em http://www.facebook.com/PremioJornalismoSaudeMental.  A divulgação do vencedor será efetuada no dia 27 de Novembro, durante o Congresso Nacional de Psiquiatria, no Centro de Congressos da Alfândega, no Porto. Os trabalhos em concurso deverão ter sido publicados entre Julho de 2011 e Julho de 2012. O prazo final para o envio dos trabalhos é 31 de Agosto. Estima-se, segundo a Organização Mundial de Saúde, que 450 milhões de pessoas em todo o mundo sofram de doenças mentais. Na Europa, os números apontam para 45 milhões com algum tipo de perturbação mental, sendo a depressão a mais comum.  Os resultados preliminares do primeiro estudo nacional sobre saúde mental, apresentados em 2010, vieram confirmar que, em comparação com dados de outros seis países europeus, Portugal é o que apresenta a prevalência mais elevada de doenças mentais. Estes dados revelam ainda uma prevalência de 6,3% de doenças psiquiátricas graves em Portugal, enquanto no líder mundial, os EUA, o valor é de 7,7%.  

Informações contactar                                                                                                                                               
Carla Santos (carlasantos@speedcom.pt) – Tel. 210 961 365 | Tm. 917 596 244
Jorge Sousa (jorgesousa@speedcom.pt) - Tel. 210 961 365 | Tm. 917 596 202

Para consultar o Regulamento, carregue aqui.

Fonte: Jorge Sousa

A Fundação ADFP humaniza cuidados a doentes mentais graves e cria 40 postos de trabalho

Prestes a completar 25 anos ao serviço da solidariedade, a Fundação ADFP, não só adquiriu larga experiência no âmbito do apoio à doença mental, como tem sido inovadora na humanização dos cuidados a doentes mentais graves, investindo na sua integração e reabilitação. Este trabalho tem merecido o reconhecimento por parte de entidades privadas e publicas de âmbito nacional.
 A Fundação ADFP não só quer prestar apoio com qualidade, acima dos padrões nacionais, como investir na bondade dos cuidadores.

Três Prémios, reconhecimento nacional
Em 2010 a Fundação ADFP obteve o 1º Premio Nacional com o Projeto ≠/=Mente , destinado a doentes mentais graves, nos Prémios Hospital do Futuro. Este reconhecimento nacional deveu-se à aposta na integração de diferentes valências que tivessem em conta as especificidades das pessoas com doença mental.
Já em 2012 o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Fernando Leal da Costa visitou a instituição tendo elogiado perante a comunicação social o trabalho desenvolvido com doentes mentais pela Fundação ADFP. Este membro do Governo salientou a existência de um nível de humanização de cuidados muito acima do possível nas estruturas do SNS (Serviço Nacional de Saúde) e idêntico ao das melhores experiências internacionais.
Recentemente a Fundação ADFP recebeu o 1º Prémio Nacional Damião de Góis, atribuído pela Embaixada do Reino dos Países Baixos em colaboração com o Instituto Português de Corporate Governance, a nível do empreendedorismo social, pelo Projeto Parque Biológico da Serra da Lousã, onde pessoas com deficiência e doença mental são integradas num projeto terapêutico que concilia a natureza e a biofilia com o apoio social.
Projeto que na sua génese, enquanto “Projeto Quinta da Paiva” em parceria com o Município de Miranda do Corvo, em 2007 recebeu o 1º Prémio Nacional, na categoria de Investimento Humano, do European Enterprise Awards.
 A pessoa com doença mental grave não pode ser enquadrada em estereótipos, redutores da sua individualidade, pelo que a Fundação ADFP desenvolveu respostas residenciais, emprego protegido, atividades ocupacionais, fórum sócio-ocupacional, formação profissional e apoio domiciliário adequado às limitações e potencialidades de cada doente.
As respostas residenciais adaptam-se às necessidades de cada pessoa com doença mental, rompendo com respostas hospitalares, asilares, com grades nas janelas.

Catorze anos de experiencia com doença mental
Já em 1998 a Fundação ADFP criou com o Hospital Sobral Cid e o Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Coimbra um Fórum Sócio-Ocupacional.
Em 2000 a Fundação ADFP criou a primeira Residência Assistida do país, destinada a pessoas com doença de Alzeimer/ demências senis e pré-senis.
A Fundação ADFP aposta desde 2004 no desenvolvimento de Unidades de Vida Apoiada em parceria com a Clínica Psiquiátrica dos HUC (Hospital da Universidade de Coimbra) e o Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Coimbra.
 Infelizmente a crise económica do País levou a que, em Dezembro de 2010, no tempo do anterior Governo, a Fundação ADFP tenha sido obrigada a deixar de prestar apoio domiciliário a pessoas com doença mental nos concelhos de Coimbra, Condeixa, Lousã, Miranda do Corvo, Penela e Poiares, serviço que desejamos retomar logo que seja possível. É fundamental criar apoios na comunidade que permitam às pessoas com doença mental grave continuarem integradas, sempre que possível, na sua comunidade. Neste sentido, a Fundação ADFP acalenta a esperança de poder retomar esta resposta domiciliária, pioneira ao nível da região de Coimbra. A equipa do apoio domiciliário funcionava em estreita colaboração com o Serviço de Psiquiatria - Hospitais da Universidade de Coimbra e o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra foi bastante positivo com ganhos em saúde e qualidade de vida para os utentes que dele usufruíam.
Anualmente a Fundação ADFP tem, na sala do cinema de Miranda, promovido importantes seminários para técnicos com particular enfoque nas questões relativas á doença mental
Ao longo dos anos a Fundação ADFP tem assumido a missão de investir em respostas de saúde e sociais adequadas às necessidades das pessoas com doença mental grave pelo que decidiu colaborar com o SNS e com o CHUC no objetivo de pôr fim aos internamentos hospitalares do tipo asilar, com grades nas janelas e portas fechadas, inaceitáveis numa sociedade humanizada segundo os padrões europeus.

 Qualidade e humanização em residências adaptadas
A Fundação ADFP está a colaborar neste esforço de melhoria de cuidados a pessoas com doença mental grave, com redução de custos para o estado.
Desenvolveram-se esforços para garantir a integração em respostas residenciais adequadas às necessidades e características dos cerca de 80 utentes transferidos do Lorvão e Arnes, tendo em consideração as especificidades de cada pessoa.
 Mais de quatro dezenas estão instalados em oito apartamentos habitacionais tipo T3 (Residência Esperança). As pessoas com idade acima dos 75 anos, estão integrados numa resposta tipo lar de idosos e alguns com deficiência motora, amputados e/ou em cadeiras de rodas, numa residência adaptada às suas limitações (Residencial Coragem). Os doentes com maior nível de dependência em consequência da doença mental estão instalados na Residência Igualdade para transmitir a todos que podemos ser muitos diferentes, mas sempre igualmente pessoas merecedoras de todo o carinho e apoio.
A instituição está a concluir as obras de reabilitação da Residência Cruz Branca onde poderá vira a alojar outros utentes.

Criados 40 postos de trabalho
 Todas estas respostas integram-se no concelho de Miranda do Corvo, nas freguesias de Miranda, Rio-de-Vide e Semide.
 Estes investimentos da Fundação ADFP, importantes ao nível do apoio aos mais necessitados entre os necessitados, têm também a virtualidade de criar trabalho e oportunidades para desempregados e jovens recém-licenciados.
A Fundação ADFP, com estas respostas criou 40 postos de trabalho, na lavandaria, transportes, secretaria, cozinha, auxiliares de serviços gerais, empregados de quarto e enfermaria, vigilantes, animadores, enfermeiros, técnica de serviço social, psicóloga. Os doentes têm ainda consultas médicas semanais de clinica geral e de psiquiatria, incluindo regime de chamada diariamente.

Envolver as famílias e quebrar distanciamentos
A qualidade dos serviços prestados ganhará com o envolvimento das famílias, aproximando os familiares dos seus doentes mentais, tentando que se atenuem eventuais distanciamentos criados por longas institucionalizações do tipo asilar.
 O SNS, e o Estado português, sabem que vão apoiar estas pessoas com melhor qualidade e com uma significativa redução dos custos, graças á Fundação ADFP, que assumiu esta responsabilidade por concurso público, apresentando o preço mais baixo e a melhor proposta em termos de qualidade.
Esta qualidade de serviço e humanização de cuidados, assente numa excelente relação custo/benefício, só é possível porque a Fundação ADFP é uma instituição sem fins lucrativos, de reconhecido interesse público, que não remunera o capital investido, não paga dividendos a acionistas que não existem, nem paga ordenados excessivos a administradores. Recordamos que toda a administração da Fundação ADFP é feita em regime de voluntariado, sem remuneração.

A Fundação ADFP deseja sempre fazer melhor pelo que ambiciona, com uma maior experiência dos seus colaboradores e mais formação, subir a qualidade e humanização já alcançada, sendo importante envolver as famílias das pessoas com doença mental. 

Fonte:
Presidente do Conselho de Administração da ADFP
Jaime Ramos